quarta-feira, 11 de março de 2009

Optimismo em Fernando Pessoa


"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
Mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver,
Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
Mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.


É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa


imagem de fruitdemapassion.wordpress.com/2008/06/24/

segunda-feira, 9 de março de 2009

Optimismo contra o cancro da mama

Sentimentos de alegria e optimismo têm um papel protector contra o cancro, afirmam cientistas, que também advertem para a possibilidade de acontecimentos pessoais e familiares de natureza infeliz poderem influenciar o desenvolvimento da doença.

A investigação foi feita na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Negeve, em Israel e abrangeu cerca de 600 mulheres, menos de metade das quais com cancro da mama. Elas responderam a questionários sobre as suas experiências de vida e foram avaliadas quanto ao seu nível de felicidade, optimismo, ansiedade ou depressão. Fazendo a interpretação dos resultados, o primeiro autor do estudo refere que "as mulheres jovens que estiveram expostas a um certo número de acontecimentos negativos devem ser consideradas como pertencendo ao "grupo de risco" susceptível de desenvolver cancro". Já a sensação geral de felicidade e o optimismo podem ser vistos como factores de protecção.

As mulheres doentes foram inquiridas já depois do diagnóstico de cancro, o que pode ter influenciado a sua atitude, tornando-a mais depressiva, segundo acautelam os investigadores.
Fonte: Jornal de Notícias / NBRSolutions

Fotografia de Manuela Sá Carneiro



Ordem dos médicos dentistas in http://www.omd.pt/PT-PT/News/ShowNews.aspx?MVID=86&CID=2&NID=1912
25/08/2008

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009



Pessimismo aumenta risco de demência
Pessoas sem problemas psiquiátricos mas que revelam elevados graus de pessimismo em testes de personalidade correm um risco mais alto de desenvolver demência, afirma uma equipa de peritos.
O risco, 30 por cento mais alto que nas pessoas menos pessimistas, aparece na mesma proporção entre quem tem maior pontuação em testes de depressão e aumenta para 40 por cento em quem têm mais pontos nas duas categorias.A demência é uma perturbação neurológica que afecta a capacidade de pensar, falar, raciocinar, recordar e de fazer movimentos, sendo algumas das suas formas mais comuns a doença de Alzheimer e a causada por lesões cerebrais provocadas por acidentes vasculares cerebrais.Embora as alterações de personalidade (pessimismo, depressão, agitação ou introversão) sejam comuns quando um paciente desenvolve demência, o pessimismo e a depressão são provavelmente mais factores de risco do que manifestações precoces da doença, segundo uma equipa de investigadores da Clínica Mayo de Rochester (Minnesota).A equipa, dirigida por Yonas Geda, avançou esta hipótese devido à diferença significativa de tempo entre os testes de personalidade (feitos nos anos 1960) e o aparecimento da demência ou de problemas cognitivos (entre 1960 e 2004).As pessoas que se submeteram aos testes tinham idades entre os 10 e os 69 anos na década de 60.Os investigadores não recomendam nenhuma intervenção específica, limitando-se a aconselhar ´´medidas de promoção da saúde´´ e ´´esforços para minimizar a doença´´, disse Geda.´´Damos a conhecer as nossas conclusões num período em que existem intervenções válidas empiricamente para modificar a personalidade no sentido da saúde emocional´´, afirmou.Segundo este neuropsiquiatra, ´´os estudos contemporâneos indicam que a personalidade é um estilo cognitivo, emocional e comportamental modificável´´.´´Por exemplo, explicou, um pessimista pode adquirir destrezas e hábitos que o levem a encarar a sua situação num contexto mais amplo, tendo em conta o lado positivo, o negativo e o neutro, em vez de maximizar sistematicamente o negativo´´.Fonte:Lusa

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

você é optimista?

Escreva um texto à mão e descubra se é optimista.

Ao escrevermos um simples texto, estamos a transmitir uma determinada mensagem.
A forma como escrevemos, a nossa letra, o ritmo, a estrutura, o alinhamento das palavras e o espaço entre as mesmas, constituem uma verdadeira arte de conhecermos a nossa personalidade e o estado de espírito do momento, no qual o texto foi escrito. …
(…)
O alinhamento permite definir, o humor da pessoa. Uma escrita descendente revela uma fase menos positiva, possivelmente de depressão.
O optimismo, o entusiasmo e o ardor, inscrevem-se numa escrita ascendente.

Margens
A folha em branco representa o ambiente e o texto representa o modo como a pessoa se comporta no meio familiar, profissional e social.
À falta de um estudo estatístico sobre margens no nosso país, sugiro algumas medidas que podemos considerar regulares. A margem esquerda com cerca de dois cm, a direita e a inferior com cerca de um e a superior com cerca de dois.

Margem esquerda
Larga é indício de actividade, generosidade, extroversão, aventura, desejo de independência, confiança, optimismo, frenesim, impulsividade.

Crescente é sinal de optimismo, ambição, prodigalidade, extroversão, actividade, ligação ao futuro e impaciência.

Margem direita
Estreita ou ausente é sinónimo de extroversão, actividade, confiança, optimismo, desinibição, sociabilidade (agressividade, se a margem for ausente), iniciativa, superação das dificuldades, previsão do futuro, resolução e identificação com o pai.

texto extraído de http://graphologia.blogspot.com/2008/12/margens.h

Direcção da linha
Ascendente
é a linha que sobe desde início até ao fim. Pode indicar optimismo, ambição, extroversão, entusiasmo, autoconfiança, imaginação, iniciativa, impulsividade, insatisfação, euforia, excitação, nervosismo. Escalada ascendente é tipo escada que sobe. Pode revelar impulsos persistentes mas travados, força de vontade, luta contínua contra o optimismo desmedido.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

estimular o optimismo

As emoções positivas como factores de protecção da Saúde
"As pesquisas na área da psicoimunologia têm vindo a mostrar que as emoções negativas como a ansiedade reflectem um decréscimo na eficácia no sistema imunitário, (.) o que aumenta a predisposição para o desenvolvimento de doenças oncológicas, cardiovasculares, e outras.
"in, Kiecolt-Glaser, J.K., 1999 citado em Monteiro, Eduardo
Sabendo que, de facto, as emoções surtem o seu efeito no organismo e na qualidade de vida das pessoas, parece ser importante que, de uma forma preventiva, a comunidade estimule no seu quotidiano um estilo de vida positivo, bem como, cultive as emoções positivas, até porque, da mesma forma que as emoções negativas (tristeza, ansiedade, raiva, etc.) podem facilitar o desenvolvimento de doenças crónicas, as emoções positivas (felicidade, optimismo, contentamento, etc.) podem ser considerados como factores de protecção contra as doenças, uma vez que, de uma forma complexa, fortalecem o sistema imunitário (sistema responsável pela protecção do organismo contra qualquer fenómeno estranho ao mesmo).
Uma forma de evitar e prevenir toda esta si­tuação comprometedora da qualidade de vida e da saúde de muitas pessoas, é, precisamente, a estimulação de emoções positivas, nomeada­mente, o optimismo.
Considera-se que o optimismo é constituí­do por três elementos fundamentais (Seligman, 1995): o controlo, ou seja, a pessoa tem capaci­dade para sentir que pode controlar diversos aspectos da sua vida, não se concebendo como um ser apático à mercê da decisão dos outros, ou das artimanhas dos deuses. Sente no fundo, que a sua vida é resultado das suas decisões, e não de uma predestinação trágica.
Outra característica é a chamada positividade, que se prende com o posicionamento positivo relativamente aos diversos acontecimentos, ou seja, a pessoa tem capacidade de, para além de compreender os aspectos negativos de uma situação, perspectivar a mesma situação de uma forma positiva. A sua vida é resultado das suas decisões, sendo que, as coisas têm sempre aspectos negativos e, principalmente, positivos.
Finalmente, outra característica, que se prende com a anterior, é o estilo explicativo, que é a forma habitual da pessoa explicar os acontecimentos adversos que lhe surgem. São três, as qualidades desta últi­ma característica: permanência – os optimistas perspectivam os acontecimentos adversos como temporários, e não, como eternos; perseverança – os optimistas perspectivam o fracasso como específico de uma situação e, não tanto, como generalizável a toda a pessoa; e personalização – os optimistas acreditam que não são culpados pelos seus fracassos, concebendo estes como re­sultado das circunstâncias.
Obviamente que ser optimista não cura todos os males. De facto, parece que o contri­buto do optimismo não é tanto o de curar, mas sim, o de desenvolver os potenciais humanos, através de uma maior abertura emocional para construir outras emoções e formas de resposta às diversas exigências do meio.
(extractos retirados de http://www.insight.pt/TM5.htm)
Para dúvidas e/ou observações:Eduardomonteiro@insight.pt

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O CEREBRO E O OPTIMISMO


A capacidade de cada ser humano para olhar a vida com optimismo depende do uso que aquele faz do cérebro. Segundo um estudo efectuado por investigadores americanos, publicado na edição desta semana da revista "Nature", o nível de optimismo dos indivíduos depende da actividade de duas zonas do cérebro, que pode ser também causa da depressão.
Através da realização de ressonâncias magnéticas a 15 pessoas (sete homens e oito mulheres), um grupo de investigadores do Instituto de Neurologia da Universidade de Londres observou o mecanismo cerebral que influencia os pensamentos positivos.
A actividade da amígdala (grupo de neurónios relacionado com as emoções e a experiência pessoal) e do córtex singular anterior (região situada entre os dois hemisférios) é menor quando os indivíduos pensam em situações negativas do futuro e quando recordam o passado.
Nas pessoas optimistas em relação a acontecimentos futuros, acontece o oposto.
Investigações prévias tinham já demonstrado que a amígdala tem um papel importante nas emoções relacionadas com a cognição, como a memória e a tomada de decisões. Então, pode concluir-se que "a regulação emocional está relacionada com o optimismo", explicou Tali Sharot, uma das investigadoras, ao jornal espanhol "El Mundo".
As conclusões do estudo podem ser úteis na compreensão dos mecanismos que influenciam as situações de depressão.
Os investigadores acreditam que "os sintomas depressivos se associam ao pessimismo e à dificuldade em criar imagens detalhadas do futuro". Sugerem, por isso, que a depressão pode ser causada pelo "mau funcionamento da conexão neural entre a amígdala e a região do córtex singular anterior".
Os autores do estudo referem também que os indivíduos optimistas têm mais facilidade em adaptar-se a certas situações.
"O optimismo está relacionado com a saúde mental e física e adapta-se porque conduz-nos aos nossos objectivos", defendeu Tali Sharot.Este trabalho pode contribuir para o tratamento de casos de depressão e transtorno bipolar.
http://www.tdtonline.org/forum/viewtopic.php?f=27&t=1805&p=7571

REPROGRAME A SUA MENTE

Retirado de Instituto Polimento do Ser
(texto adaptado)


Aprenda a ter pensamentos eficientes.
Uma das ideias centrais da Programação Neuro-Linguística (PNL) é pensar positivamente. Devemos dizer o que queremos, não o que não queremos.
Muitas vezes pronunciamos palavras que não correspondem ao que desejamos, por exemplo "Não vou mais pensar naquele homem". Diga antes: "Vou esquecer aquele homem" ou "não quero engordar", diga "quero manter a forma". As palavras saem de nossas bocas como se fossem mágicas; quando as pronunciamos, damos força para a sua concretização
As palavras mágicas trazem mensagens positivas, abrem possibilidades.
Quando falamos "não encontrei ainda meu emprego ideal", fica claro que isso é passageiro. Outras vezes o sentido da palavra muda, ao dizermos a palavra"tentar".
É como se não fossemos conseguir, assim interpreta nosso cérebro. Então substitua por "experimentar".
É fácil, basta praticar. Exemplo: "eu vou experimentar praticar desporto diariamente".
A palavra "difícil" é uma expressão que bloqueia e paralisa. Prefira dizer "desafio".
Exemplo? "será um grande desafio jogar futebol esse final de semana".
A PNL é um método de comunicação que podemos usar com os outros ou com nós mesmos. Ela ajuda-nos a modificar comportamentos para atingirmos objectivos e realização de sonhos.
Não é milagre, mas quando imaginamos, a mente acredita no que estamos a pensar, logo, será executado e comandado ao nosso cérebro.
O que é necessário observar é que somos culpados pelos condicionamentos que criamos, pelas palavras que pronunciamos e os resultados que desejamos ou não desejamos.

Quando mudamos a forma de pensarmos, falarmos e agirmos, os resultados sempre serão melhores e satisfatórios. Se não queremos resultados fracassados, então é hora de avaliar o que está a pensar e a falar .
Reprogramar a mente é saber mudar paradigmas e não ter vergonha de ser feliz.
Fabiana Barbosa
Mais em: http://www.polimentodoser.com.br/P_Engine.php?idmenu=65&menu=menuflutuante